Nome: Lais
Estudande de Fisioterapia
Cidade: São Paulo
E-mail e msn:
lais-saudeemfoco@
hotmail.com



.:Matérias Passadas:.

- 22/04/2007 a 28/04/2007
- 28/01/2007 a 03/02/2007
- 17/12/2006 a 23/12/2006
- 06/08/2006 a 12/08/2006
- 30/07/2006 a 05/08/2006
- 23/07/2006 a 29/07/2006



.:Outros sites:.

- Meu Blog Pessoal
- UOL - O melhor conteúdo
- Saúde.com.br
- Ministério da Saúde
- ABC da Saúde
- Saúde e vida
- Saúde em Movimento
- Saúde Total
- Saúde Homepage
- Web Saúde
- INCA
- Dr. Drauzio Varella
- Sociedade Brasileira de Hipertensão


.:Votação:.

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog



Link-Me









Exame de sangue pode identificar risco

de Alzheimer

 
Pesquisadores da Clínica Mayo, na Flórida (EUA), descobriram que uma análise de proteínas no sangue de pessoas idosas pode ajudar a identificar o risco de desenvolver distúrbios cognitivos e o mal de Alzheimer. A descoberta foi publicada na edição de março do jornal Archives of Neurology.
Apesar de simples e barato, o teste ainda não pode ser aplicado em escala, já que ainda faltam estudos para determinar sua precisão. Os pesquisadores acreditam que a detecção da proteína amilóide, indicadora da doença, pode ser eficaz se somada à análise de outros fatores de risco, como a presença do gene da apolipoproteína E4, já conhecido dos médicos.

De acordo com os autores do estudo, o exame identificou pessoas com probabilidade três vezes maior de desenvolver distúrbio cognitivo ou Alzheimer num período de três a cinco anos. Para um dos pesquisadores, o médico Steven Younkin, o diagnóstico será útil quando houver uma prevenção possível para os sintomas. "Ninguém quer saber se irá desenvolver a doença de Alzheimer se não houver uma terapia para controlá-la", afirma.

Boa parte dos cientistas acredita que uma das principais causas do desenvolvimento do Alzheimer é o depósito das proteínas beta-amilóides no cérebro, que formariam uma espécie de placa, interrompendo os processos de pensamento e memória.

Certos indivíduos apresentam uma forma mais alongada da proteína beta-amilóide 42, o que aumentaria a propensão à doença. Segundo Younkin, o tempo entre o depósito e o acúmulo da beta-amilóide é de 10 a 15 anos. Só então os sintomas começam a se manifestar.

Os cientistas da Mayo estão trabalhando em um estudo longitudinal com número maior de pacientes para compreender melhor a relação entre as proteínas e o Alzheimer.
 
 
 


- Postado por: >>> Lais <<< às 20h46
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Consumo de folhas parece retardar

declínio cognitivo típico da terceira idade

 

Prato mais verde
Dezembro

Verduras e legumes ajudam a prevenir a perda cognitiva associada ao envelhecimento, segundo estudo publicado na Neurology. Já as frutas não garantem o mesmo efeito. Foi o que mostrou estudo realizado por pesquisadores da Universidade Rush, em Chicago. Eles investigaram durante seis anos os hábitos alimentares de quase 4 mil pessoas acima dos 65 anos. "Comparados com quem comeu menos de uma porção diária de vegetais, os idosos que ingeriram em média de 2,8 porções por dia tiveram um declínio cognitivo até 40% mais lento", afirma a neurologista Martha Clare Morris. Entre os diferentes tipos vegetais consumidos pelo participantes, as folhas verdes parecem ser as principais responsáveis pela manutenção das funções cognitivas. Surpreendentemente, o consumo de frutas não exerceu nenhum efeito. "Sabemos que a vitamina E, encontrada em maior quantidade nas folhas, retarda o declínio mental e o fato de serem geralmente consumidas com óleo ou azeite facilita a absorção dos nutrientes pelo organismo. Ainda assim não entendemos por que as frutas não se associaram aos resultados positivos", afirma a autora.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/



- Postado por: >>> Lais <<< às 10h17
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Menino que não sente dor leva à descoberta de mutação genética

 da Folha de S.Paulo

O estudo de uma mutação genética que torna seus portadores incapazes de sentir dor levou à descoberta de uma molécula que pode ser a base de potentes analgésicos. Cientistas da Universidade de Cambridge (Reino Unido) chegaram a essa conclusão após examinar pessoas com a anomalia em três famílias paquistanesas. A multinacional Pfizer já tenta criar uma droga com base no achado.

Os cientistas britânicos chegaram aos portadores da mutação com ajuda de colegas de Lahore (Paquistão), que descobriram a anomalia em um menino que se exibia nas ruas cometendo auto-agressão. "Ele fazia facas atravessarem seu braço e andava sobre carvão em brasa", relatam os pesquisadores em
artigo na edição de hoje da revista "Nature". Ele morreu antes de ser examinado pelos cientistas, no dia de seu 14º aniversário, após pular do telhado de uma casa.

Por meio da criança, os cientistas localizaram membros de sua família --e de outras duas do mesmo clã-- que também tinham a mutação. "Seis indivíduos afetados nunca sentiram dor em nenhum momento, em nenhuma parte do corpo", diz Geoff Woods, líder do estudo.

Com testes genéticos, ele descobriu que a mutação que cancelava a dor estava localizada num gene chamado SCN9A. Esse segmento de DNA codifica uma proteína da classe dos canais de íons de sódio --moléculas fundamentais para a transmissão de sinais entre células.

Bombeando sódio eletricamente carregado para dentro e para fora de neurônios, essas proteínas ajudam a controlar a corrente elétrica que transmite impulsos nervosos como a dor. Ao reproduzir o processo com células cultivadas em laboratório, os pesquisadores descobriram que o canal de sódio codificado pelo gene SCN9A é especializado em sinais de dor.

Um sinal disso é que os portadores da mutação possuem todas as suas outras funções vitais funcionando perfeitamente. "Essa descoberta deve estimular a busca de novos analgésicos que tenham como alvo seletivo uma subunidade desse canal de sódio", diz o grupo.



- Postado por: >>> Lais <<< às 10h52
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Cientistas e sociedades médicas

 questionam benefícios da soja

 FLÁVIA MANTOVANI
THIAGO MOMM PEREIRA
da Folha de S.Paulo


Entre os alimentos funcionais (aqueles que, além de nutrir, ajudam a prevenir doenças), a soja talvez seja a maior vedete. Ingrediente da dieta oriental há milhares de anos, muitos são os ocidentais que vêm driblando o sabor pouco familiar para se beneficiar de todas as vantagens atribuídas à leguminosa: alto teor de proteína e de fibras, alívio para os sintomas da menopausa, redução do colesterol ruim, prevenção contra a osteoporose e contra alguns tipos de câncer.

Entre 1999 e 2005, a produção de grãos de soja no país aumentou de 31.377 milhões de toneladas para 53.053 milhões. Além do grão e dos tradicionais leite e queijo, hambúrgueres, sorvetes e chocolates são alguns produtos à base de soja disponíveis no mercado.

Agora, na contramão da grande oferta e dos estudos que sinalizam benefícios, cientistas, agências governamentais e sociedades médicas de alguns países questionam as propriedades atribuídas a ela e alertam para possíveis efeitos adversos do consumo excessivo.

Autoridades e sociedades médicas de países como Inglaterra, Canadá, França e Nova Zelândia recomendam cautela, por exemplo, ao alimentar bebês com fórmulas à base de soja. "Eles alegam que não há estudos de longo prazo que mostrem a segurança desses produtos para crianças pequenas. A soja tem isoflavona [substância semelhante ao hormônio feminino estrógeno], e não sabemos os efeitos dela em um sistema reprodutivo imaturo como o da criança", afirma Roseli Sarni, presidente do departamento de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ela diz que a entidade levará isso em conta em um consenso sobre alergias que está elaborando.

Estudos também vêm mostrando que a soja interfere na produção do hormônio tiroxina (da tireóide) e que pode, por isso, não ser indicada para quem tem predisposição genética ao hipotireoidismo.

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com dificuldade de absorver nutrientes também são recomendados a não exagerar --compostos antinutricionais da soja diminuem a absorção de certos minerais.

A discussão vem ganhando espaço principalmente na Nova Zelândia e no Reino Unido.

No Brasil, a Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) alerta em relação a possíveis riscos e questiona uma das principais propriedades atribuídas à soja: o alívio dos calores da menopausa. Após revisar vários estudos, a entidade concluiu, em um artigo, que sua eficácia como alternativa de reposição hormonal é praticamente nula.

Segundo a endocrinologista Ruth Clapauch, do departamento de endocrinologia feminina e andrologia da Sbem, a maior parte dos estudos que mostram efeitos positivos é in vitro ou com animais e não pode ser transposta diretamente para o ser humano.

"Na prática, os efeitos estrogênicos da isoflavona são muito fracos e praticamente iguais aos do placebo. Ela não consegue se ligar aos receptores de estrogênio com a mesma facilidade que os hormônios do nosso corpo. Concluímos que não é eficaz para esse fim", diz.

Segundo Clapauch, o fato de algumas mulheres relatarem alívio com a soja pode se dever à intermitência natural dos calores. "Mesmo não usando nada, os fogachos vão e voltam."

Já a farmacêutica bioquímica Maria Inês Genovese, professora do departamento de alimentos e nutrição experimental da USP (Universidade de São Paulo), considera "inquestionável" a diminuição dos sintomas da menopausa pela soja.

O que não está provado, diz ela, são a eficácia e a segurança dos suplementos que trazem a isoflavona isolada. "É importante que a isoflavona seja consumida no alimento, com os demais componentes. Mas o consumo da soja deve ser incentivado. Não há nada que conclua que ela oferece riscos."

Ela lembra que pesquisas mostram que a incidência de sintomas da menopausa é menor entre as orientais, habituais consumidoras de soja.

Para Ruth Clapauch, no entanto, isso pode ser explicado por diferenças culturais. "As manifestações da menopausa variam entre as culturas. No Japão, as mulheres reclamam de cansaço e de peso no ombro, mas o fogacho não é comum."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4162.shtml



- Postado por: >>> Lais <<< às 14h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Coração sofre com a solidão


01 de agosto de 2006 (Bibliomed). Um novo estudo mostra que as pessoas que vivem sozinhas dobram o risco de desenvolverem um problema coronariano, tal como infarto do miocárdio, dor torácica cardíaca ou até mesmo morte súbita de origem cardíaca.

No estudo, publicado na revista Journal of Epidemiology and Community Health, os pesquisadores acompanharam mais de 138.000 adultos com idades entre 30 e 69 anos moradores de uma região da Dinamarca. Durante dois anos, 646 pessoas receberam o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio, dor torácica de origem cardíaca, ou morte súbita de origem cardíaca.

Utilizando informações acerca de idade, sexo, nível educacional, e outros fatores populacionais, os investigadores verificaram que a idade e o fato de viver sozinho foram os dois preditores mais fortes de uma doença coronariana aguda. As mulheres com idades acima de 60 anos e os homens com mais de 50 anos, ambos vivendo sozinhos, tiveram o maior risco de morte dentro de trinta dias após o diagnóstico desta condição.

Os pesquisadores, analisando os resultados, sugerem que os médicos deveriam investigar qual é o tipo de vida de seus pacientes (se vivem sós ou acompanhados), da mesma maneira que avaliam a idade e os fatores de risco individuais de cada um.

Fonte: Journal of Epidemiology and Community Health, July 13, 2006; vol 60: pp 721-728

http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=6475



- Postado por: >>> Lais <<< às 13h59
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Câncer do Colo do Útero

No Brasil, estima-se que o câncer de colo do útero seja a terceira neoplasia maligna mais comum entre as mulheres, sendo superado pelo câncer de pele (não-melanoma) e pelo câncer de mama, e que seja a quarta causa de morte por câncer em mulheres. Para o ano de 2006, as Estimativas da Incidência de Câncer no Brasil apontam a ocorrência de 19.260 novos casos de câncer do colo do útero.

Consulte a publicação Estimativa 2006 Incidência de Câncer no Brasil.
 
Fatores de Risco
Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, sendo que alguns dos principais estão associados às baixas condições sócio-econômicas, ao início precoce da atividade sexual, à multiplicidade de parceiros sexuais, ao tabagismo (diretamente relacionados à quantidade de cigarros fumados), à higiene íntima inadequada e ao uso prolongado de contraceptivos orais. Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) tem papel importante no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. Este vírus está presente em mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero.

Estudo comparando estratégias para a detecção precoce do câncer do colo do útero e suas lesões precursoras


Estratégias de Prevenção
A prevenção primária do câncer do colo do útero pode ser realizada através do uso de preservativos durante a relação sexual, uma vez que a prática de sexo seguro é uma das formas de evitar o contágio pelo HPV, vírus que tem um papel importante no desenvolvimento deste câncer e de suas lesões precursoras.
 
A principal estratégia utilizada para detecção precoce da doença (prevenção secundária) no Brasil é através da realização do exame preventivo do câncer do colo do útero (conhecido popularmente como exame de Papanicolaou). O exame pode ser realizado nos postos ou unidades de saúde que tenham profissionais da saúde capacitados para realizá-los.
 
É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O Instituto Nacional de Câncer tem realizado diversas campanhas educativas para incentivar o exame preventivo, tanto voltadas para a população quanto para os profissionais da saúde.

O exame preventivo
O exame preventivo do câncer do colo do útero (exame de Papanicolaou) consiste na coleta de material citológico do colo do útero, sendo coletada uma amostra da parte externa (ectocérvice) e outra da parte interna (endocérvice).

Para a coleta do material, é introduzido um espéculo vaginal e procede-se à escamação ou esfoliação da superfície externa e interna do colo através de uma espátula de madeira e de uma escovinha endocervical.

Mulheres grávidas também podem realizar o exame. Neste caso, são coletadas amostras do fundo-de-saco vaginal posterior e da ectocérvice, mas não da endocérvice, para não estimular contrações uterinas.

A fim de garantir a eficácia dos resultados, a mulher deve evitar relações sexuais, uso de duchas ou medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores ao exame. Além disto, exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode alterar o resultado.

Quem e quando fazer o exame preventivo
Toda mulher que tem ou já teve atividade sexual deve submeter-se a exame preventivo periódico, especialmente se estiver na faixa etária dos 25 aos 59 anos de idade.

Inicialmente, um exame deve ser feito a cada ano e, caso dois exames seguidos (em um intervalo de 1 ano) apresentarem resultado normal, o exame pode passar a ser feito a cada três anos.

Sintomas
Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de possíveis lesões precursoras é através da realização periódica do exame preventivo. Conforme a doença progride, os principais sintomas do câncer do colo do útero são sangramento vaginal, corrimento e dor.

Tratamento
O tratamento adequado para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico.

Fonte: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=326


- Postado por: >>> Lais <<< às 16h23
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Combate ao Glaucoma

 

 

Principal causa de cegueira no mundo, o Glaucoma acomete 900 mil brasileiros

 

Sem manifestar nenhum sintoma, a pressão dentro do olho começa a subir lentamente, levando à perda do campo visual : é o Glaucoma, uma doença que acomete 67 milhões de pessoas no mundo, sendo 900 mil brasileiros. Embora não haja cura, a medicina pode ajudar no controle por meio de diagnóstico precoce, de colírios cada vez mais eficientes e com menores efeitos colaterais.

Pesquisas apontam que 40% dos pacientes que tem o diagnóstico de glaucoma já chegam, em sua primeira consulta, apresentando cegueira em um dos olhos - o que caracteriza estágio avançado da doença.

O grande desafio dos especialistas é flagrar o problema o quanto antes e preservar a função visual dos pacientes, interferindo o mínimo possível em sua qualidade de vida. Não é tarefa fácil, pois essa é uma doença sem sintomas e, muitas vezes, não é percebida pelo paciente até que tenha ocorrido uma extensa perda do campo visual. É triste e frustrante para nós, oftalmologistas, receber um paciente com a doença em estágio avançado, consciente de que a situação poderia ter sido controlada se fosse descoberta mais cedo. Mais triste ainda é informar ao paciente que toda essa perda da visão é irreversível.

Para os desavisados, o glaucoma é a principal causa de cegueira no mundo. Portanto, é preciso atenção. Ray Charles, músico recentemente falecido, estudava piano aos seis anos de idade quando ficou cego em decorrência do glaucoma.

É imprescindível alertar a população que, normalmente, o glaucoma não pode ser evitado. Porém, com sua detecção nos estágios iniciais e com o tratamento adequado, a cegueira em função do glaucoma pode ser prevenida.

Para entender como surge o glaucoma, basta imaginar o olho como sendo uma pia, na qual a torneira e o ralo permanecem ininterruptamente abertos. O humor aquoso (um líquido produzido por uma pequena estrutura, chamada corpo ciliar situada atrás da íris), fica constantemente circulando pelo cristalino, pela íris e pela córnea, nutrindo e limpando a região. Depois é escoado, através de um tecido, a malha trabecular, que serve como um ralo. Quando há falha na drenagem desse líquido, a pressão dentro do olho aumenta e comprime o nervo óptico. Esse nervo é o responsável por carregar a informação visual da retina até o cérebro. Comprimido, suas células nervosas vão morrendo lentamente, resultando em perda visual sem retorno.

Idade, hereditariedade e raça são consideradas quando se fala em causas do glaucoma. Embora possa afetar qualquer pessoa com idade superior a 45 anos, aquele que tem algum glaucomatoso na família (principalmente, parentes de primeiro grau), sendo que os de origens afro descendente e asiática estão sob maior risco. Há, ainda, outros fatores que podem interferir como diabetes, miopia, uso prolongado de medicamentos como corticóides e antidepressivos ou alguma lesão ocular prévia. A pressão intra-ocular ocular elevada é o principal fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma, mesmo quando o paciente não apresente nenhuma das características mencionadas.

Quando a doença é diagnosticada, as opções de tratamento vão desde o colírio, laser até a cirurgia com ou sem o implante de válvulas. Contudo, a intervenção cirúrgica a laser ou convencional, que visa criar um novo caminho para "circular" o humor aquoso (aquele que se acumula no olho provocando o "sufoco") é indicada apenas quando o tratamento clínico não controla bem a pressão do olho. Na maioria dos casos, os colírios agem de tal forma que mantém a pressão controlada. Ocasionalmente, também são necessários medicamentos via oral.

Muito embora nos últimos anos o Brasil tenha avançado de forma espetacular na prevenção e no tratamento da saúde visual, as necessidades da população ainda estão sendo atendidas em ritmo muito aquém do que é adequado. Os exames de rotina são essenciais para a saúde dos olhos, principalmente quando estamos falando de glaucoma. Se não houver um trabalho sério, integrando governo, profissionais médicos e entidades ligadas à área, o glaucoma continuará sendo uma das principais causas de cegueira evitáveis do Brasil, juntamente com a catarata.


"O olho é a janela do corpo humano pela qual ele abre os caminhos e se deleita com a beleza do mundo" (Leonardo da Vinci)


 

Dr. Leôncio Queiroz Neto é médico oftalmologista, especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, diretor médico do Banco de Olhos de Campinas e titular do Instituto Penido Burnier de Campinas, oftalmologista do Hospital Israelita Albert
Einstein - São Paulo

Fonte: http://www.saude.com.br/site/_/materias/materias/060_glaucoma.html



- Postado por: >>> Lais <<< às 14h47
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




ARRITMIAS

O que é?

As arritmias são alterações do ritmo cardíaco normal.

Nas arritmias, podemos perceber e registrar alterações do ritmo cardíaco ou da freqüência. A freqüência normal dos batimentos cardíacos é de 60 até 100 ciclos, ou batidas, por minuto. Em crianças, esses números costumam ser um pouco mais elevados. Nas alterações de ritmo cardíaco, os batimentos apresentam alterações do tempo que decorre entre um batimento e o outro. Pequenas alterações nesses intervalos podem ser consideradas normais. As alterações do ritmo cardíaco ou das conduções dos estímulos podem ser letais (morte súbita), podem ser sintomáticas (síncopes, tonturas, palpitações) ou podem ser assintomáticas.

As arritmias podem ser assintomáticas ou sintomáticas, dependendo da sua intensidade e da situação clínica do portador. Corações enfermos podem tolerar menos bem uma arritmia que seria, provavelmente, assintomática para um coração sadio.

A avaliação de algumas arritmias pode ser feita pelo médico ao realizar um exame clínico. A maneira mais exata de comprovar e registrar uma arritmia é por meios eletrônicos, que vão desde o eletrocardiograma, monitores portáteis, até os equipamentos das Unidades de Tratamento Intensivo. Existem ainda os monitores de telemetria, em que o paciente usa um pequeno registrador unido ao seu corpo que transmite os sinais, via rádio, a monitores centrais. Classificação das arritmias quanto a freqüência cardíaca:
 
-

Taquicardia:

É quando o coração de um adulto bate mais de 100 vezes por minuto. Quando isso acontece ao fazer esforços é normal e, decorridos alguns minutos, esse número deve voltar a uma freqüência normal. Quando a taquicardia persiste ou está presente em repouso, pode significar alguma alteração patológica. Convém consultar ao seu médico. Note-se que taquicardia não é sinônimo de ataque cardíaco.

-

Bradicardia:

É quando o coração bate menos de 60 vezes por minuto. Isso em pessoas em boa forma física até pode ser normal. Com freqüências cardíacas abaixo de 60 por minuto, mesmo que seja uma manifestação transitória, é conveniente que um cardiologista seja consultado.

Classificação das Arritmias quanto às alterações de ritmo

Os batimentos cardíacos são normalmente originados em um foco localizado na aurícula direita, denominado nódulo sinusal. Os estímulos elétricos lá gerados descem até um nódulo localizado na junção das aurículas com os ventrículos. Lá a condução do estímulo sofre um pequeno retardo (para dar tempo que as aurículas se contraiam antes dos ventrículos). De lá o estímulo segue para os ventrículos, através de um sistema condutor que tem dois feixes, um para cada ventrículo, provocando a sua contração, que é denominada sístole. O período de tempo em que o coração não está em contração denomina-se diástole e é o período de repouso do músculo cardíaco.

Os estímulos cardíacos normais são produzidos no nódulo sinusal localizado na aurícula direita e desencadeiam as contrações, batidas, do coração, denominadas de sístoles. Quando esse nódulo não está ativo, por doença, por exemplo, muitas outras células do coração, localizadas em diferentes partes do coração, podem originar estímulos elétricos capazes de desencadear as batidas cardíacas. Esses batimentos originados nessas outras células são denominados de extra-sístoles, que podem ocorrer mesmo estando o nódulo sinusal ativo. As extra-sístoles produzem arritmias que nem sempre são percebidas pelos acometidos.

Podemos ter extra-sístoles originadas nas aurículas, nos ventrículos, bem como nos nódulos sinusal e atrio-ventricular, que podem superar e dominar os estímulos normalmente lá gerados. As extra-sístoles costumam ser seguidas de um período de repouso (diástole) mais prolongado. As extra-sístoles podem ser unifocais ou multifocais, dependendo dos diferentes lugares em que são geradas.

As extra-sístoles nem sempre são indicadoras de doença do coração, porém, se forem percebidas, é conveniente que um cardiologista seja consultado. As extrassistoles costumam acontecer aleatoriamente em relação às sístoles normais. Se mantiverem uma regularidade, se acontecer uma extra-sístole após cada sístole normal chama-se isto de bigeminsmo, se elas acontecerem sempre depois de duas sístoles normais, falamos em trigeminismo. Extra-sistoles podem acontecer esporadicamente, considera-se que até dez por minuto nem sempre seja uma manifestação de doença cardíaca.
 
-

Fibrilação

Existe a auricular e a ventricular, dependendo de onde se originam os batimentos. A fibrilação auricular é a arritmia crônica mais encontrada. Na auricular os estímulos podem ter uma freqüência de até 600 batimentos por minuto. Desses estímulos somente alguns chegam a provocar contrações dos ventrículos, uma freqüência tão elevada não seria compatível com a sobrevida das pessoas acometidas. Já a fibrilação ventricular é mais grave por só ser tolerada se for de curta duração. O coração não é capaz de manter a circulação eficaz se a freqüência cardíaca for muito elevada. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.

-

Flutter auricular

É uma arritmia em que em um foco ectópico das aurículas se origina de 250 a 350 estímulos por minuto, e em que de cada dois ou três, ou quatro estímulos um passa aos ventrículos. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.

-

Parada cardíaca

É quando o coração pára de se contrair. Se a parada for de curta duração pode não ser percebida; se for de maior duração pode provocar tonturas, sincope e até morte súbita. Quando o coração pára de bater por alguns minutos, desencadeiam-se alterações nos órgãos mais sensíveis à falta de oxigênio. Desses o mais sensível é o sistema nervoso. Assim pode o coração voltar à atividade, espontaneamente ou por medidas médicas. Contudo, as alterações neurológicas já estabelecidas provavelmente serão irreversíveis.

-

Palpitações

O sentir dos batimentos cardíacos denomina-se de palpitações. Normalmente o bater do coração não é percebido ou sentido pelas pessoas. Em certas situações de tensão ou de esforço, podemos perceber que o coração “está “batendo” no peito ou no pescoço, o que não significa necessariamente a existência de uma doença.

Do mesmo modo, as extra-sístoles também podem ser notadas ou não pelas pessoas que as apresentam.

A melhor maneira de registrar uma arritmia é através do eletrocardiograma.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?32



- Postado por: >>> Lais <<< às 17h07
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Sinônimos e nomes populares:

Deficiência de Lactase; alergia ao leite.

O que é?

É a incapacidade de aproveitarmos a lactose, ingrediente característico do leite animal ou derivados (laticínios) que produz alterações abdominais, no mais das vezes, diarréia, que é mais evidente nas primeiras horas seguintes ao seu consumo.

Como se desenvolve?

Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos.

Existem pessoas que nascem sem a capacidade de produzir lactase e, enquanto bebês, sequer podem ser amamentados, pois surge implacável diarréia.

Por outro lado, em qualquer época da vida pode aparecer esta incapacidade de produção ou uma inibição temporária, por exemplo, na seqüência de uma toxinfecção alimentar que trouxe dano à mucosa intestinal. Igualmente, a dificuldade pode advir de lesões intestinais crônicas como nas doenças de Crohn e de Whipple, doença celíaca, giardíase, AIDS, desnutrição e também pelas retiradas cirúrgicas de longos trechos do intestino (síndrome do intestino curto).

A deficiência congênita é comum em prematuros nascidos com menos de trinta semanas de gravidez.

Nos recém-nascidos de gestações completas, os casos são raros e de caráter hereditário.

A concentração da lactase nas células intestinais é farta ao nascermos e vai decrescendo com a idade.

Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos.

O que se sente?

É variável de pessoa a pessoa e de acordo com a quantidade ingerida.

Assim, a maioria dos deficientes de lactase pode ingerir o equivalente a um ou dois copos de leite ao dia, desde que com amplos intervalos e não diariamente. Ainda que minoritários, não são raras as pessoas que, desde pequenas, evitam ou não gostam do leite, mesmo sem se darem conta que são assim porque o leite e derivados lhes faz mal.

Os pacientes percebem aumento de ruídos abdominais, notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A queixa de ardência anal e assadura é porque a acidez fecal passa a ser intensa (pH 6,0).

A maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, não tem evidências de desnutrição, nem mesmo maior perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a associação da intolerância com outras doenças gastro-intestinais.

Como o médico faz o diagnóstico?

Freqüentemente a intolerância à lactose é sugerida pela história clínica, principalmente quando os dados são definidos e especificamente perguntados.

A diminuição de sintomas após algumas semanas de dieta livre de lactose serve como teste diagnóstico/ terapêutico.

O Teste de Tolerância à Lactose é o usado em nosso meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e certamente o mais simples dos métodos.

Entre nós, o paciente recebe para beber um copo d'água contendo de 50 a 100 g de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas. Quando a diferença entre a dosagem sangüínea da lactose de jejum e o pico da curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas pessoas.

Há possibilidade de erro nos diabéticos, entre outros. A ocorrência de diarréia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à lactose.

Como se trata e como se previne?

Uma vez caracterizado o diagnóstico, pode se prevenir novos sintomas não usando leite e laticínios. Usando-os, a prevenção é mediante a tomada de fermento sintético prévia a qualquer ingestão de lactose. Cabe salientar que vários medicamentos, inclusive antidiarréicos e anti-reumáticos contêm lactose no chamado excipiente, ou seja, no pó ou no líquido necessário para poder conter a substância básica num comprimido ou solução; isso é importante quando avaliamos os efeitos indesejáveis referidos pelos usuários.

 

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?269



- Postado por: >>> Lais <<< às 16h57
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Dez Dicas para se proteger do câncer

 

1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.

2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes. Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.

3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.

4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata.

5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.

6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos. As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.

7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.

8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.

9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

 

Fonte: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=22



- Postado por: >>> Lais <<< às 12h46
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




O que é o Câncer?

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

O que causa o câncer? 

As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.

De todos os casos, 80% a 90% dos cânceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele, e alguns vírus podem causar leucemia. Outros estão em estudo, tais como alguns componentes dos alimentos que ingerimos, e muitos são ainda completamente desconhecidos. O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores atuam alterando a estrutura genética (DNA) das células.

O surgimento do câncer depende da intensidade e duração da exposição das células aos agentes causadores de câncer. Por exemplo, o risco de uma pessoa desenvolver câncer de pulmão é diretamente proporcional ao número de cigarros fumados por dia e ao número de anos que ela vem fumando.


Fatores de Risco de Natureza Ambiental
Os fatores de risco de câncer podem ser encontrados no meio ambiente ou podem ser herdados. A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins) o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).

As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os 'hábitos' e o 'estilo de vida' adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.

Tabagismo
Hábitos Alimentares
Alcoolismo
Hábitos Sexuais
Medicamentos
Fatores Ocupacionais
Radiação solar

Hereditariedade
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.

Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros

 



- Postado por: >>> Lais <<< às 12h41
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Tristeza ou depressão: como distinguir?

 

De maneira geral, a depressão é a tristeza que não passa, e que muitas vezes parece não ter um motivo definido. "É perfeitamente natural que, em momentos de grande tristeza, as pessoas sintam um grande desânimo diante da vida. O problema é que, muitas vezes, a tristeza pela morte de alguém querido, pelo fim de um relacionamento, pela perda de um emprego, não passa. Normalmente, a tristeza é vencida depois de um período de luto, e a vida recomeça. Mas, quando ela não vai embora, pode estar encobrindo uma depressão. Se uma pessoa percebe que está com muita dificuldade para vencer o sofrimento, deve procurar auxílio médico o quanto antes", alerta a psicoterapeuta Sílvia Ivancko.

Embora os sintomas da depressão variem muito, alguns são comuns a quase todas as pessoas que sofrem deste mal. Veja quais são:

Distúrbios do sono
A insônia está ligada diretamente à depressão. Embora nem todas as pessoas que sofram de insônia estejam deprimidas, a grande maioria dos deprimidos sofre de insônia, especialmente aquela em que de desperta durante a madrugada e não se consegue mais dormir. Outro tipo de insônia comum entre as pessoas que sofrem de depressão é aquela em que se dorme por longas horas, mas o sono não é reparador.

Distúrbios alimentares
A inapetência ou o excesso de apetite também podem estar ligados à depressão. Em geral, as pessoas que sofrem de anorexia e de bulimia, por exemplo, estão deprimidas.

Melancolia
O indivíduo deprimido está sempre triste e sem vontade de fazer coisa alguma. Em alguns casos, momentos de melancolia são intercalados por momentos de euforia. Os indivíduos que sofrem disso são os chamados "maníaco-depressivos".

Autoflagelação
Mesmo sem perceber, o indivíduo deprimido parece querer infligir sofrimento a si mesmo. É muito comum, também, que a depressão cause problemas ao sistema imunológico, e o indivíduo adoeça.

Pensamentos mórbidos
A pessoa deprimida pensa muito em morte - não necessariamente em suicício. Esses pensamentos não devem ser incentivados, mas precisam ser compreendidos.

Como tratar a depressão?

Foi-se o tempo em que a depressão (antes chamada simplesmente de "melancolia") era vista como condição inerente a alguns indivíduos. Hoje, embora muitos estudiosos pesquisem as causas genéticas e sociais da depressão, todos reconhecem que se trata de uma doença tratável.

De acordo com a psiquiatra norte-americana Elaine Shlmberg, autora de Depression: What Families Should Know (Depressão: O que as Famílias Devem Saber), um dos maiores empecilhos para o diagnóstico e o tratamento da depressão são as pessoas que pertencem à famlia do doente. Por ser muito doloroso reconhecer que uma pessoa querida está sofrendo verdadeiramente, a famíla costuma fazer vista grossa, culpando o deprimido ou aos seus amigos pelo desânimo, e tenta cobrar dele algo que ele não pode dar. O problema é que, ao fazer isso, na verdade, a família impede o doente de procurar a ajuda que, na maioria das vezes, estará fora da família.

A psicoterapeuta Sílvia Invancko explica que a compreensão da depressão é um dos momentos mais difíceis do tratamento, tanto para o doente quanto para as pessoas que convivem com seu sofrimento. "Mas, sem tratamento, mesmo que o problema pareça ter passado, ele tende a voltar cada vez pior. É fundamental que se aceite a existência da doença e se assuma a responsabilidade por tratá-la de maneira adequada, mesmo que isso implique mudanças de comportamento por parte de todos os envolvidos."

A boa notícia é que a medicação contra a depressão apresenta bons resultados, e muitas vezes ela sequer é necessária. E não é difícil buscar tratamento: "Todas as faculdades de psicologia e de medicina do Brasil oferecem atendimento gratuito e de qualidade para este e outros problemas". Sílvia também destaca que "essa história de que a depressão é doença de rico é mentira. Esta é uma doença que não escolhe idade, sexo ou posição social. Todos estão sujeitos, e muitos sofrem sem necessidade, simplesmente por não saberem que estão doentes."


Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI616686-EI1712,00.html




- Postado por: >>> Lais <<< às 20h45
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Suplemento de óleo de peixe reduz riscos de enfarte

 e derrame


Estudos anteriores sugeriram que suplementos de óleo de peixe poderiam reduzir a probabilidade de ocorrência de um segundo enfarte ou de derrame em pacientes que tiveram recentemente o problema cardíaco. Uma nova pesquisa revelou que esse suplemento nutricional também pode diminuir a chance de morte súbita.

Os resultados do trabalho demonstram que a redução do risco foi evidente após três meses. Esse fato parece reforçar a hipótese de que adicionar ácidos graxos poliinsaturados n-3 (conhecidos pela sigla em inglês PUFAs, polyunsaturated fatty acids) - geralmente encontrados no peixe e no óleo de peixe - a uma dieta saudável pode baixar a possibilidade de arritmia fatal, frequência cardíaca irregular que, em casos graves, pode provocar a parada do coração, informaram os autores da pesquisa.

"A redução da morte súbita apareceu logo após o início do tratamento", disse Roberto Marchioli, chefe da equipe do Consorzio Mario Negri Sud, na Itália, à Reuters Health. "Isso parece reforçar a idéia de que os benefícios dos PUFAs poderiam ser consequência de um efeito antiarritmia."

O estudo incluiu 11,3 mil pacientes que haviam sofrido um enfarte nos três meses anteriores. Todos os voluntários receberam os mesmos cuidados preventivos e fizeram uma dieta que segue o estilo Mediterrâneo - isto é, rica em frutas, vegetais, azeite de oliva e peixe. Algumas pessoas também consumiram diariamente 1 grama de suplementos de óleo de peixe.

Durante o período de acompanhamento, que durou 3,5 anos, 1.031 voluntários morreram, informou a equipe de Marchioli na edição de abril da Circulation, revista da Associação Americana do Coração.

Após apenas três meses de tratamento, os pacientes que usaram os suplementos de óleo de peixe pareceram apresentar um risco 41% menor de morrer por qualquer causa, indicou o estudo. Quatro meses após o início da terapia, esses voluntários também mostraram ter chance significativamente reduzida de sofrer morte cardíaca súbita.

Ao final do período de estudo, os pacientes tratados com suplementos de óleo de peixe apresentaram probabilidade 45% menor de ter morte súbita por causas relacionados ao coração, informaram os cientistas. Com base nesses resultados, Marchioli afirma que os benefícios dos suplementos de óleo de peixe "parecem ser adicionados aos benefícios que podem ser obtidos pelo tratamento preventivo padrão".

"O uso diário de uma cápsula de óleo de peixe concentrado ao longo de 3,5 anos resultou numa redução muito significativa da morte cardíaca súbita. Por isso, uma mudança simples e segura na dieta pode produzir um grande benefício em termos de saúde pública", disse o editorialista Alexander Leaf, da Escola Médica Harvard, em Boston (Massachusetts), à Reuters Health.

"Pessoas com doença coronariana conhecida ou com história familiar do distúrbio entre parentes próximos deveriam ser prudentes e observar os conselhos recentes da Associação Americana do Coração para comer peixes gordurosos duas ou mais vezes por semana ou usar diariamente cápsulas de um suplemento de óleo de peixe", acrescentou Leaf.

Reuters Health

Fonte: http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/saude/emdia/2002/06/04/001.htm



- Postado por: >>> Lais <<< às 22h09
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




Noticias

CFM desobriga médico de manter vivo paciente terminal
 
 
O Conselho Federal de Medicina (CFM) está finalizando resolução, cuja versão preliminar deve ser apresentada hoje na capital paulista, propondo que o médico a limite ou suspenda tratamentos e intervenções que prolonguem a vida de pacientes considerados terminais, sem chances de cura. A medida teria de ter a autorização do paciente, seus familiares ou representante legal.

A minuta da resolução que será divulgada hoje em fórum sobre terminalidade da vida, afirma que é "permitido que o médico limite ou suspenda tratamentos e procedimentos que prolonguem a vida do doente, em fase terminal, de enfermidade grave e incurável, respeitada a vontade da pessoa ou de seu representante legal". O mesmo texto afirma ainda que, em caso de morte encefálica de pacientes que não sejam doadores de órgãos, os aparelhos que os mantêm vivos devem ser desligados.

O precedimento, conhecido como "ortotanásia", prevê o cancelamento de recursos que prolonguem artificialmente a vida de doentes desenganados. Nesses casos, defende o CFM, o médico deve simplesmente adotar procedimentos para controlar a dor dos pacientes - mediante concordância dos mesmos e de seus familiares -, em vez de empreender esforço para prolongar a vida.

Um proposta semelhante, apresentada em 2005 pelo conselho médico paulista, foi contestada pelo Ministério Público Estadual, que considerou a medida uma forma de eutanásia - prática ilegal de interromper a vida de pacientes sem chances de recuperação.

Para embasar a resolução, o CFM evoca a Constituição para afirmar que "ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante".

Segundo Roberto D´Ávila, diretor do Conselho Federal de Medicina, a resolução será posta em dicussão com a sociedade. D´Ávila defende a medida, dizendo que a norma tem por objetivo tranqüilizar os médicos quanto à decisão de interromper "obstinação terapêutica desnecessária".

Há casos conhecidos de ortotanásia - doente de câncer, o ex-governador paulista Mário Covas preferiu ficar em um quarto normal e não na UTI em 2000, quando morreu.

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1081931-EI298,00.html



- Postado por: >>> Lais <<< às 22h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




A IMPORTÂNCIA DO SONO E AS PRINCIPAIS INTERFERÊNCIAS:

Qual é a real importância do sono?

Passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. Dormir bem é essencial não apenas para ficar acordado no dia seguinte, mas, para manter-se saudável, melhorar a qualidade de vida e até aumentar a longevidade. Nosso desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma boa noite de sono. O efeito de uma madrugada em claro é semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada e a capacidade de raciocínio fica comprometida, ou seja, sem o merecido descanso o organismo deixa de cumprir uma série de tarefas importantíssimas.

O que nos aconteceria se não dormíssemos?

Em estudo realizado pela Universidade de Chicago – EUA, onze pessoas com idades entre 18 e 27 anos foram impedidas de dormir mais de quatro horas durante seis dias. O efeito foi assustador. No final do período, o funcionamento do organismo delas era comparado ao de uma pessoa de 60 anos de idade. E os níveis de insulina eram semelhantes aos dos portadores de diabetes. Em pesquisas de laboratório, ratos usados como cobaias não agüentaram mais de dez dias sem dormir. A conseqüência: morte por infecção generalizada.

É verdade que crescemos enquanto dormimos ?

Sim, é verdade. Na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento é liberado durante o sono. Crianças que dormem mal têm mais chances de ter problemas no seu desenvolvimento físico. O hormônio do crescimento continua sendo liberado mesmo na fase adulta. Embora em doses menores, isso continua ocorrendo durante o sono. Em pessoas adultas ele evita a flacidez muscular e garante vigor físico.

Quais são as principais interferências ao sono?

As interferências ao sono poderiam ser classificadas em externas e orgânicas. Como exemplos de interferências externas poderíamos citar os trabalhos noturnos ou turnos rotativos, os eventuais problemas com fusos horários (em casos de viagens), as pessoas chamadas de corujas (que possuem mais energia ao entardecer!) e as chamadas de cotovias (deitam-se muito cedo e dormem cada vez menos com o passar do tempo!). Para exemplificar interferências orgânicas podemos citar o ronco, a apnéia (freqüentemente associada ao ronco), a insônia, a narcolepsia (sonolência diurna excessiva), o bruxismo (ranger de dentes) a síndrome das pernas inquietas e outras. O ronco e o bruxismo, geralmente, incomodam mais quem dorme nas proximidades do que quem apresenta o quadro clínico.

O que é apnéia?

A apnéia é o fechamento (colabamento) da passagem de ar ao nível da garganta pelos próprios tecidos da mesma (por isso freqüentemente está associada ao ronco) com conseqüente parada da respiração. Esse fechamento pode demorar vários segundos e até mesmo causar a morte súbita! Quem possui essa disfunção nem sempre a percebe e apresenta noites com “dorme e acorda” que podem chegar a 300 vezes! Você é capaz de imaginar como a pessoa levanta no dia seguinte?

O ronco e a apnéia podem ser evitados?

Algumas providências podem ser tomadas como desde um posicionamento correto na cama à eliminação do hábito de tomar bebidas alcoólicas antes de dormir. A perda de peso pode eliminar depósitos de gordura na região do pescoço que são prejudiciais à passagem de ar, mas, alguns casos persistem e necessitam de tratamento.

O que pode ser feito nesses casos?

A abordagem tradicional dos casos de ronco e apnéia tem na cirurgia (uvulopalatofaringoplastia) o seu maior armamento. Contudo, a cirurgia não apresenta índice de sucesso satisfatório (cerca de 40%) e deixa sequelas permanentes. Atualmente, está disponível a opção pelo uso do DAR (dispositivo anti ronco) que é um aparelho odontológico usado apenas para dormir, pequeno e simples que pode ser levado para qualquer lugar e apresenta excelente índice de sucesso (cerca de 87%). Contudo, o aparelho possui contra indicações e um exame clínico inicial deve ser feito.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?3047



- Postado por: >>> Lais <<< às 12h58
[ ] [ envie esta mensagem ]

______________________________________________




~~ Layout By Lais ~~